terça-feira, 12 de outubro de 2010

Grandes homens da história -John Wesley


John Wesley (Epworth, Inglaterra, 17 de junho de 1703 — Londres, 2 de março de 1791) foi um clérigo anglicano e teólogo cristãobritânico, líder precursor do movimento metodista e, ao lado de William Booth, um dos dois maiores avivacionistas da Grã-Bretanha.

Introdução
John Wesley viveu na Inglaterra do século XVIII, uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados. A Inglaterra estava cheia de mendigos itinerantes, políticos corruptos, vícios e violência generalizada. Ocristianismo, em todas as suas denominações, estava definhando. Ao invés de influenciar, o cristianismo estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Primeiro, durante o tempo de estudante na Universidade de Oxford, depois como líder no meio do povo.
Infância
John Wesley, décimo terceiro filho do ministro anglicano Samuel e de Susana Wesley, nasceu a 17 de junho de 1703, em Epworth na Inglaterra.
Devido às atividades pastorais que impediam o Reverendo Samuel de dar a devida assistência ao lar, Susana assumiu a administração financeira da família e a educação dos filhos e filhas. Disciplinava com rigidez os filhos, mantendo horário para cada atividade e reservando um tempo de encontro com cada filho para conversar, estudar e orar.
Incêndio em sua casa
Ainda na infância, John Wesley foi o último a ser salvo, de forma miraculosa, em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde estivera preso no segundo andar. A partir desse dia, Susana, sua mãe, dedicou-lhe atenção especial, pois entendeu que Deus havia poupado sua vida para algo muito especial.
Aos cinco anos de idade, Susana Wesley começou a alfabetizar o John, usando o livro dos Salmos como apostila.
John estudou com sua mãe até os 11 anos. Entrou, então, para uma escola pública, onde ficou como aluno interno por seis anos. Aos 17 anos, foi para a Universidade de Oxford.
Estudos
Jonh Wesley iniciou seus estudos em Oxford onde começa a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários de "Clube Santo", ele não inventou o nome: alunos, notando que os membros do grupo tinham horário e método para tudo que faziam, os taxaram como 'metodistas'. Wesley preferia chamá-los simplesmente de 'Metodistas de Oxford'..
Neste grupo Wesley e seu irmão Carlos iniciaram a visitar e evangelizar os presídios. Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia na época.
Assim, gradua-se em Teologia, e pode ajudar a seu pai na direção da Igreja Anglicana.
Isto até os 32 anos, quando atendeu a um apelo: precisava-se de missionários na Virgínia, Nova Inglaterra.
Missão na Virgínia
Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi a viagem missionária de Jonh Wesley aos EUA - Virgínia para "evangelizar os índios" sendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno Jonh Wesley expressa sua frustração "fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?". Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios (grupo de cristãos pietistas que buscavam a conversão pessoal mediante o Espírito Santo) a bordo do navio que, durante uma grande tempestade, as crianças e os adultos moravios cantavam e louvavam ao nome do Senhor (Deus)e Wesley vendo a fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley por ele achar que, Deus não poderia o justifica-lo mediante seus pecados e por isso constantemente temia a morte desde sua juventude) predispôs à seguir a fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.
Conversão
Após 2 anos, John Wesley volta desiludido com o trabalho realizado na Virgínia. Encontra-se, então, com Pedro Böhler, em Londres, Böhler era pastor moraviano (da Morávia,Alemanha) e com ele John Wesley se convence de que a fé é uma experiência total da vida humana. Procurou, então, libertar-se da religião formalista e fria para viver, na prática, os ensinos de Jesus.
No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião, ouvindo a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, pai da Reforma Protestante, sobre a carta aos Romanos, John sente seu coração se aquecer (entende-se que Wesley experimentava o "batismo no Espírito Santo"). Experimenta grande confiança em Cristo e recebe a segurança de que Deus havia perdoado seus pecados.
A Experiência do Coração Aquecido
No dia 24 de maio de 1738, na rua Aldersgate, em Londres, Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, que é assim narrada em seu diário:
"Cerca das nove menos um quarto, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, em verdade meus, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração".
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Carlos Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.
Igreja
Como não havia muitas oportunidades na Igreja Anglicana, Wesley pregava aos operários em praças e salões - muito embora ele não gostasse de pregar fora da Igreja - E tornou-se conhecidíssima esta sua frase: "o mundo é a minha paróquia". Influenciados pelos moravianos, John e seu irmão Carlos organizaram pequenas sociedades e classes dentro da Igreja da Inglaterra, liderados por leigos, com os objetivos de compartilhar, estudar a Bíblia, orar e pregar. Logo o trabalho de sociedades e classes seria difundido em vários países, especialmente nos EUA e na Inglaterra e estaria presente em centenas de sociedades, com milhares de integrantes. Com tanto serviço, Wesley andava por toda a parte a cavalo, conquistando o apelido de 'O Cavaleiro de Deus'. Calcula-se que, em 50 anos, Wesley tenha percorrido 400 mil quilômetros e pregado 40 mil sermões, com uma média de 800 sermões por ano. John Wesley deixou um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais. A Igreja Metodista, como Igreja propriamente, organizou-se primeiro nos EUA e depois na Inglaterra (somente após a morte de Wesley no dia 2 de março de 1791).
Membros nos Estados Unidos
1771 - 361 membros
1780 - 8.500 membros
1784 - 15.000 membros
1790 - 57.621 membros
1800 - 64.894 membros
1809 - 163.038 membros
Doutrina
Wesley ensinava que a conversão a Jesus é comprovada pela prática (testemunho), e não pelas emoções do momento.
Valorização dos pregadores leigos que participavam lado a lado com os clérigos da Missão de evangelização, assistência e capacitação de outras pessoas.
Afirma que o centro da vida cristã está na relação pessoal com Jesus Cristo. É Jesus quem nos salva, nos perdoa, nos transforma e nos oferece a vida abundante de comunhão com Deus.
Valoriza e recupera em sua prática a ênfase na ação e na doutrina do Espírito Santo como poder vital para a Igreja.
Reconhece a necessidade de se viver o Evangelho comunitariamente. John Wesley afirmou que "tornar o Evangelho em religião solitária é, na verdade, destruí-lo".
Preocupa-se com o ser humano total. Não é só com o bem-estar espiritual, mas também com o bem-estar físico, emocional, material. Por isso devemos cuidar do nosso próximo integralmente, principalmente dos necessitados e marginalizados sociais.
Podemos afirmar que o bem-estar espiritual é o resultado da paz de Cristo que alcança todas as áreas da vida do cristão. É o resultado do bem-estar físico, emocional, econômico, familiar, comunitário. Tudo está nas mãos de Deus, nEle confiamos e Ele é fiel em cuidar de nós. Sua salvação alcança-nos integralmente.
Enfatiza a paixão pela evangelização. Desejamos e devemos trabalhar com paixão, perseverança e alegria para que o amor e a misericórdia de Deus alcancem homens e mulheres em todos os lugares e épocas.
Aceita as doutrinas fundamentais da fé cristã, conforme enunciadas no Credo Apostólico (Cremos na Bíblia, em Deus, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, no ser humano, no perdão dos pecados, na vitória por meio da vida disciplinada, na centralização do amor, na segurança e na perfeição cristã, na Igreja, no Reino de Deus, na vida eterna, na segunda vinda de Jesus, na graça de Deus para todos, na possibilidade da queda da graça divina, na oração intercessória, nas missões mundiais. Cremos profundamente no AMOR. Amor de Deus em nossa vida, amor dos irmãos.) , enfatizando o equilíbrio entre os atos de piedade (atos devocionais) e os atos de misericórdia (a prática de amor ao próximo).
Fonte: LOCKMANN, Bispo Paulo; CONSTANTINO, Zélia. Seguir a Cristo, manual de discipulado
Legado
Além de milhares de convertidos e encaminhados para a santificação cristã, houve também obras sociais dignas de destaque, como estas: Dinheiro aos pobres (Wesley distribuía). Compêndio de medicina (Wesley escreveu e foi largamente difundido). Apoio na reforma educacional. Apoio na reforma das prisões. Apoio na abolição da escravatura! Atualmente, o total de membros da comunidade metodista no mundo está estimado em cerca de 75 milhões de pessoas. O maior grupo concentra-se nos Estados Unidos: a Igreja Metodista Unida neste país é a segunda maior denominação protestante.
Hoje, além dos seguidores do Metodismo, a vida de muitos são influenciada pela missão de Wesley. Movimentos posteriores como o Movimento de Santidade e o Pentecostalismodevem muito a ele. A insistência wesleyana da busca da santificação pessoal e social contribuem significativamente para a ideologia da busca de uma vida e mundo melhor. A Igreja Católica Romana recebeu indiretamente alguns conceitos de Wesley quando o cardeal John Henry Newman uniu-se a ela, vindo da Igreja Anglicana e concretizando em reformas litúrgicas, sociais, carismática e teológica desde o concílio Vaticano II.
Faleceu a 2 de março de 1791, em Londres, Inglaterra

Grandes homens da história - George Whitefield


George Whitefield, (16 de dezembro de 1714 - 30 de setembro de 1770) foi um pastor anglicano itinerante, que ajudou a espalhar o Grande Despertar na Grã-Bretanha e, principalmente, nas colônias britânicas norte-americanas. Seu ministério teve enorme impacto sobre a ideologia americana.
Conhecido como o "príncipe dos pregadores ao ar livre", foi o evangelista mais conhecido do século XVIII. Pregou durante 35 anos na Inglaterra e nos Estados Unidos, quebrou as tradições estabelecidas a respeito da pregação e abriu o caminho para a evangelização de massa. Enquanto jovem sua sede de Deus o tornou consciente de que o Senhor tinha um plano para sua vida. Para preparar-se, jejuava e orava regularmente, e muitas vezes ia ao culto duas vezes por dia. Na Universidade de Oxford(Inglaterra) cooperou com os irmãos John e Charles Wesley, participando com eles no "Clube Santo".
História
George Whitefield era o filho de uma viúva que mantinha uma pousada em Gloucester, Inglaterra. Em uma idade precoce, ele descobriu que ele tinha uma paixão e talento para atuar no teatro, uma paixão que ele continue através da re-encenações teatrais muito das histórias da Bíblia que ele disse durante seus sermões. Ele foi educado na A Escola de Crypt, Gloucester , Gloucester, e Pembroke College, Oxford. Whitefield, porque veio de uma família pobre, ele não tem os meios para pagar a sua taxa de matrícula. Ele então entrou em Oxford como um servo, o menor grau de estudantes de Oxford. Em troca de ensino gratuito, foi designado como um servo de um maior número de estudantes classificados. Seus deveres incluiriam acordá-los na parte da manhã, polir os seus sapatos, carregando seus livros e até mesmo fazer o seu curso. Foi uma parte do "Clube Santo" naUniversidade de Oxford com os irmãos Wesley, João e Charles.
Isso porém não o impedia de sentir-se cada vez mais distante de Deus até sua conversão, em 1735. Nas suas próprias palavras, foi como se um "fardo pesado" tivesse sido removido. Fez seu primeiro sermão na igreja em que havia sido batizado. Seu fervor era evidente; alguns zombavam, mas outros ficavam impressionados - houve a queixa de que quinze de seus ouvintes "enlouqueceram" (se converteram)! Após isso pregou a mensagem do novo nascimento e da justificação pela fé para grandes multidões em Londres, mas outros começaram a recusar-lhe o púlpito, e a se lhe opor fortemente.
Na véspera da sua separação para o ministério, passou o dia em jejum e oração. Após ser ordenado diácono e receber sua graduação, partiu para a Georgia, Estados Unidos, a convite de John Wesley, onde ajudou a fundar um orfanato. Voltou à Inglaterra três meses depois para receber o sacerdócio, na sua Igreja Anglicana. Ao perceber que muitos púlpitos ainda lhe estavam fechados, quebrou a tradição e passou a pregar ao ar livre. Afirma-se que quase nunca pregava sem chorar, e que costumava ler a Bíblia de joelhos. Tendo consagrado a vida a Cristo, orava freqüentemente. A freqüência tornara-se tão numerosa que impressionara John Wesley, que concordou em utilizar o mesmo método. Quando retornou novamente ao serviço missionário na América, em 1739, começou um período de atividades como ministro congregacional. Jonathan Edwards realizou durante mais de um mês uma série de pregações pela Nova Inglaterra, falando a multidões de até oito mil pessoas quase todos os dias. Essa atividade missionária foi provavelmente o evento que desencadeou o movimento de reavivamento conhecido como o Grande Despertamento. Seu trabalho também lançou o alicerce para a fundação de aproximadamente 50 faculdades e universidades americanas, incluindo a Universidade de Princeton e a da Pennsylvania. Whitefield tornou-se o foco do reavivamento na América, visitando-a sete vezes, mas seu trabalho no Velho Mundo era também bastante vigoroso: em certa ocasião, na Escócia, pregou a 100.000 ouvintes, e 10.000 responderam ao apelo.
Firme defensor do Calvinismo, rompeu com o arminianismo de John Wesley em 1741, mas continuaram amigos. Com isso, passou a ser conhecido como o líder dos MetodistasCalvinistas. Whitefield continuou a pregar extensivamente nos Estados Unidos e por toda a Grã-Bretanha e Irlanda: crê-se que pregou mais de 18.000 sermões. Whitefield morreu na América, em 1770, da forma que desejara: no meio de uma série de pregações. No seu funeral, John Wesley o homenageou como um grande homem de Deus.

domingo, 5 de setembro de 2010

Paul Washer - Não Espere um Arrependimento Perfeito

Paul Washer fala sobre a expectativa de arrependimento perfeito que muitos novos convertidos têm, levando-os a duvidarem sua salvação.









Por Paul Washer
ENTREVISTA
Entrevistador: Uma das respostas que recebemos... Muitas pessoas que nunca tinham

ouvindo uma pregação bíblica antes (talvez você pudesse chamar de pregação dura, que o leva a examinar a si mesmo), nos enviam e-mail dizendo: “Eu estou tentando ser salvo, mas não consigo. Estou tentando me arrepender, mas não consigo. Estou tentando crer, mas não consigo.” O que você... Como você as aconselharia?
Paul Washer: Bem, primeiramente, há também outro modismo lá fora que eu tenho visto.
Sabe, na América, basicamente, a oferta de salvação é muito superficial, e as pessoas fazem
superficialmente essa pequena oração: “Eu estou salvo.” Bem, há outro grupo diferente de
pessoas que estão se levantando e reagindo contra isso. E o que eles são é... São pessoas... Tenho
tido contato com elas. É maravilhoso. Estão quase dizendo: “Estou buscando a Deus. Tenho

buscado a Deus por meses ou até mesmo um ano. Eu...” Simplesmente não há arrependimento genuíno. Não há fé, e elas estão quase... É como se elas estivessem buscando vangloriar-se e orgulhar-se e mostrar que não são como todas essas pessoas superficiais. Que elas são completamente diferentes e seu testemunho, por alguma razão, será elevado por causa de tudo isso.

Ouça, eu diria a elas que elas saíram do contexto do Cristianismo Evangélico. A Bíblia ordena que você se arrependa. Eu passaria texto por texto dizendo que isso é o que a Bíblia ordena que você faça. Mas então, eu também as ajudaria com as Escrituras para discernir o que é o arrependimento bíblico. Eu diria a elas todas as passagens que dizem... Que nos mandam crer, mas então eu as faria entender a fé bíblica. Agora, o que eu quero dizer com isso? Se eu passar por todas as características de arrependimento nas Escrituras e der a alguém... Essa é uma definição bíblica perfeita e essas são as características bíblicas perfeitamente expostas de arrependimento e isso é o que você precisa ter para se arrepender verdadeiramente para salvação: Ninguém será salvo. Veja, o arrependimento, quando é retratado na Bíblia, nos dá todas essas características do que é um genuíno arrependimento bíblico. Quando uma pessoa vem a Cristo, não podemos esperar que ela tenha um arrependimento maduro completamente desabrochado. Elas terão os focos do arrependimento. Estarão entendendo algo sobre seu pecado. Terão entendimento do pecado em certo grau, mas mesmo depois de serem salvas, ainda crescerão em arrependimento. Seu arrependimento se tornará mais profundo. Aquelas características se manifestarão por si mesmas de uma maneira mais ampla, então não deveríamos estar dizendo aos convertidos que eles devem ter esse requintado e perfeito arrependimento bíblico em suas vidas de modo que se arrependam para salvação, porque você nem mesmo tem isso. Você está crescendo em arrependimento. Funciona da mesma forma com a fé. A fé deles não vai corresponder à figura bíblica primitiva do que é a fé. Eles não terão essa fé excessivamente profunda porque eu mesmo estou crescendo nela após 26 anos seguindo Cristo. Então, não queremos tornar complicado demais às pessoas virem ao Reino. Passamos pelo arrependimento e nós... Passamos pelas características e os ajudamos a ver: Existem as sementes de um arrependimento genuíno? Existem os brotos? As características do arrependimento genuíno? Você está crendo em Cristo como uma criança? Atirou-se sobre Ele? E eu acho que muitas dessas pessoas estão lutando, pois elas atualmente crêem que devem ter uma perfeita manifestação dessas duas coisas para serem salvas, e isso não é verdade.
EXCERTO DE PREGAÇÃO:

Agora, vamos falar sobre isso por um momento porque há algo que esteve me incomodando no ano passado com a ascensão de tanta boa teologia e pessoas conversando seriamente a respeito. Acho que há um problema também. Há tantas pessoas que vêm até mim duvidando da garantia da própria salvação porque ao examinar minuciosamente seu arrependimento, elas estão esperando... Estão quase exigindo que o arrependimento salvífico seja
o arrependimento de um crente maduro de trinta anos de fé.
Elas examinam cada aspecto de suas vidas e se não se parecem com os puritanos, dizem:

“Não posso ser convertido.” O que você precisa entender é que o arrependimento em sua semente inicial é simplesmente uma mudança de mente: “Deus é tudo. Eu preciso dEle.” Você diz: “É só isso?” Pode ser. “Eu não posso salvar a mim mesmo. Estou perdido. Preciso de um Salvador.” Você diz: “Bem, mas a Bíblia descreve o arrependimento de tantas maneiras.” Sim, descreve, mas
você está esperando o arrependimento totalmente desenvolvido no mesmo segundo em que
Deus começa a trabalhar em seu coração?
Conforme estudo o arrependimento nas Escrituras, eu olho de volta ao momento em que fui
convertido, e meu arrependimento era algo muito singular. “Eu preciso ser salvo”, mas agora,

após 25 anos conforme cresço nas Escrituras, o arrependimento amadurece e se aprofunda, mas você erra, jovem, quando examina sua vida para questionar se você foi salvo ou não, e quando está procurando por um arrependimento que pode ser encontrado apenas em alguém que caminhou com Deus por décadas.
Espero estar sendo claro. Eu creio em arrependimento, mas arrependimento pode
meramente significar: “Estou caindo e não posso salvar a mim mesmo.” Está deixando a auto-

estima. Está deixando a habilidade e desistindo, como o irmão Charles me disse uma vez, está apenas desistindo. Eu não consigo. Eu desabo. Eu... Eu me fui. Eu tenho algo pelo que trabalhei por muitos anos na doutrina do arrependimento. Se você tomar tudo o que a Bíblia ensina sobre arrependimento, você terá um livro muito grande. Ela diz coisas incríveis e todas elas deveriam ser aprendidas.

Deveríamos crescer nelas, porém tomar toda a esfera bíblica sobre o arrependimento e exigir isso antes que alguém possa ter certeza da salvação é absolutamente irracional. Nós temos muitos jovens e muitas outras pessoas que não têm certeza da sua salvação porque estão esperando ver em seus poucos anos como bebês em Cristo, uma santificação completamente desabrochada de um homem de 40 anos de fé! Precisamos ter cuidado.
“Salve-me! Estou perdido!” E mesmo de uma grande parte daquela escalada para a

salvação não se espera ou se exige que seja absolutamente pura. Muito dela será simplesmente auto-preservação. Lembre-se, Deus salva homens que se arrependem, não homens que se arrependem perfeitamente. Deus salva pessoas de coração contrito, mesmo aquelas são contritas pelo fato de não serem contritas o suficiente, quando Deus sabe que elas não são de todo contritas.

Isso dará combustível ao fogo dos meus inimigos, mas em minha experiência de conversão, para ser honesto com você, o pecado não era a coisa principal em minha mente no dia que eu me converti. A coisa principal em minha mente era: “Ele me ama. Ele está em todo o lugar. Ele é
tudo.” Agora, você diz: “Certo, o que você está dizendo?” Mas mesmo que eu fosse um pecador
abominável (eu era um homem horrível), no momento, a única coisa que era totalmente real
para mim por muitas semanas era o amor de Deus.

Mas então, enquanto eu começava a estudar as Escrituras e o Espírito Santo começou a trabalhar... Ele começou a trabalhar o arrependimento que ele continua trabalhando até hoje. Então, veja, vamos ser cuidadosos aqui. Você pode manter pessoas fora do Reino de Deus. Você pode exigir tanto de um homem, sobre a salvação, até mais do que Deus exige de início. Um
simples: “Não consigo, não consigo”, e então a fé. Fé. Somos salvos pela fé... de um grão de
mostarda. Creia!

“Bem, como eu creio?” Certo, você já disse que não consegue. Agora, dê um passo adiante: Ele pode! E irá! E deseja isso! Você crê nisso? Você diz: “É só isso?” Não, é o início. Mas é real. “Mas como saberei que é real?” Porque continuará crescendo da mesma forma que seu

arrependimento irá crescer, e crescer, e crescer. Sua fé e a realidade da mesma irão crescer e crescer. Mas não vou esperar da minha filha de dez meses de idade o que espero do meu filho de seis anos e meio.

Também quero falar sobre o orgulho. Vocês sabem que eu amo os puritanos. Vocês sabem que eu amo todo esse tipo de coisa. Eu quero falar com você sobre uma raiz de orgulho que vejo brotando entre pessoas que abraçam esse tipo de verdade amável. É quase como um distintivo de espiritualidade quando eles travam uma suposta luta sobre serem ou não salvos, e o que eles estão tentando provar para as pessoas é: “Minha versão de conversão não é tão superficial
quanto a de todo mundo. Eu vou combater. E vou lutar. E vou fazer todas essas coisas. E eu nem
sequer sei se sou salvo depois disso.”

E você pensa que está trazendo glória a Deus? Há um sentido quando homens são despertados para seu pecado e eles devem romper, e eles devem lutar, e ir além e além. Eu concordo com tudo isso. Mas seja muito cuidadoso para que não estejamos apenas reagindo contra o evangelho superficial dos outros. Deus é glorificado quando um coração é aberto e eles
dizem: “Estou caindo, mas Ele pode!” E se firmam nisso. Ah, isso é tão glorioso. Você é salvo pela
fé, mas não é a qualidade dessa fé, e sim a grandeza dessa fé.

É a qualidade, o caráter, a grandeza Daquele em quem você crê. E isso é muito importante. Olhe para Jesus! Olhe! Apenas olhe para Jesus. O que me aterroriza muito... Você conversa com as pessoas nas ruas... Você irá para o Céu? “Sim, eu vou para o Céu.” Por quê? “Eu orei e pedi a
Jesus que entrasse em meu coração.” Agora, olhe o que eles estão fazendo.

Estão confiando numa barganha que fizeram. Estão confiando na sinceridade de uma oração. Mas então novamente temos que ser cautelosos. Médicos curam a si mesmos. Pois eles estão confiando na magnitude de seu arrependimento. E outros estão confiando na magnitude
de sua fé. Quando o que eu amo ouvir é: “Estou olhando para Ele. Estou olhando para Ele e eu
me apavoraria ao tirar meus olhos Dele. Estou olhando para Jesus.”

domingo, 15 de agosto de 2010

CRIACIONISMO x EVOLUCIONISMO



(Gn.1: 1).." No princípio criou Deus os céus e a terra".

Ciência ou Bíblia qual das duas exprime a verdade?
As diferenças entre o modelo evolutivo científico e o modelo criacionista bíblico são gritantes e dificilmente poderiam ser maiores.

O modelo evolutivo propõe que a vida tenha se originado por si mesma há bilhões de anos, e então evoluído em direção a formas cada vez mais avançadas, até culminar na formação dos seres humanos.
Outros crêem em uma grande explosão onde se originou tudo.
O modelo criacionista, como exposto na Bíblia, propõe que Deus criou formas básicas de vida, incluindo os ser humano, há alguns milênios.

Esses modelos podem afetar profundamente nossa visão de mundo.
Estamos aqui somente como resultado de um processo evolutivo prolongado, mecanicista, sem desígnio, ou fomos criados à imagem de Deus, com propósito, responsabilidade e esperança de futura vida eterna, como indicado na Bíblia?
Eu creio que Deus é o Criador.
A SEGUIR UMA SIMPLES ILUSTRAÇÃO, MOSTRANDO DEUS O CRIADOR.
A TEORIA DO BOLO DE CHOCOLATE.
Suponhamos que você entre em casa e encontre um delicioso bolo de chocolate sobre a mesa.
A grande pergunta é: - Como surgiu o bolo de chocolate?

Duas teorias podem ser propostas:

Teoria 1 – hipótese criacionista.
Alguém que sabe fazer bolo de chocolate foi na dispensa, pegou ovos, farinha, manteiga, açúcar, leite, fermento e chocolate, pôs em uma forma, os misturou na medida certa, levou ao forno na temperatura de 250 graus Celsius, após o tempo necessário retirou o bolo do forno e o pôs propositalmente sobre a mesa.

Teoria 2 – hipótese naturalista.
Segundo os naturalistas ateus, essa teoria é muito singela, muito simples... e porque não dizer, muito obvia.

Um caminhão do Supermercado estava fazendo entregas, quando foi fechado por uma criança de bicicleta.
Tentando desviar da criança, o motorista girou o volante e deu uma freada brusca, o que o fez perder o controle do caminhão, que começou a capotar.

À medida que o caminhão capotava, na carroceria as caixas de ovos se abriram, bem como os sacos de farinha, as caixas de leite, as latas de Nescau, os tabletes de manteiga, os fardos de açúcar, as latinhas de fermento em pó e o chocolate granulado.
Enquanto o caminhão capotava, esses elementos iam se misturando de forma homogênea.

Dentro da carroceria do caminhão, havia também um cantil, que fora esquecido ali por um dos carregadores.
Com o movimento do caminhão, o cantil partiu ao meio, e todos os elementos acima mencionados, mesclados na proporção certa, caíram dentro desse cantil.

Com o acidente, o caminhão explodiu e ao termino de 40 minutos os bombeiros chegaram, conseguiram conter o fogo e abriram a carroceria, e para surpresa deles, estava lá, por obra do acaso, um lindo bolo de chocolate!

Talvez você esteja lendo agora e pensando:
Essa segunda teoria é tosca demais para eu crer! É verdade; ela é tosca mesmo.

Acontece que o bolo de chocolate possui em média 12 elementos, uma célula possui mais de dois milhões, e nós somos informados de que a célula surgiu espontaneamente, e a surgimento aleatório de um bolo de chocolate nós achamos uma idéia tosca.

Encarando as improbabilidades - o começo do fim do naturalismo científico

Partindo da premissa de que o bolo de chocolate possui 12 elementos, a probabilidade do surgimento aleatório deste bolo pode ser calculada em uma em 479.001.600 (quase quatrocentos e oitenta milhões!).

Ora, se a combinação aleatória de 12 elementos parece impossível, a vida com sua complexidade exige a existência de um criador.

O problema da geração espontânea de uma ameba

Por exemplo: O DNA de uma única ameba possui informação suficiente para encher mais de 1000 vezes toda a enciclopédia britânica (disse o naturalista Richard Dawkins).

- Para calcular a possibilidade do surgimento aleatório do DNA de uma ameba, sugerimos a seguinte experiência:

- “Criando” informação por “acaso”

Pegue uma enciclopédia britânica e arranque todas as páginas.
Em seguida, recorte cada letra de cada página, e junte todas essas letras em um saco grande.
Em um dia de calmaria, suba ao alto de um prédio e jogue todas as letras recortadas...

- Qual seria a probabilidade das letras caírem na ordem certa, de modo a formar as palavras, as frases e os artigos em ordem alfabética, em todas as páginas da enciclopédia?

Ora, em um cálculo de probabilidade, se as letras caíssem de modo a formar todas as palavras, as frases e os artigos em ordem alfabética, em todas as páginas da enciclopédia, isso seria apenas um milésimo da probabilidade do DNA de uma ameba ter aparecido por conta própria!

* Nota: A ameba possui o DNA mais simples que nós conhecemos.

Para pensar

- Que tipo de ciência é essa que não encara as impossibilidades de sua teoria?

- Que religião macabra é essa da ciência naturalista, que formula teorias absurdas para justificar o surgimento da vida sem Deus?


O surgimento espontâneo de uma única célula é tão improvável que nem vale a pena continuar falando do tema.
Apenas pessoas irracionais e loucas para “não crer” se agarrariam a uma teoria estúpida como essa.
PORTANTO UMA PESSOA FEZ O BOLO DE CHOCOLATE.
DEUS É O SUPREMO CRIADOR DE TUDO.





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