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domingo, 18 de maio de 2014

5 mentiras que o pecado me conta


1- MENTIRA: Este é um pecado tão pequeno, insignificante! Não é realmente grande coisa aos olhos de Deus.

VERDADE
: Todo pecado é uma terrível ofensa a Deus. O pecado é a soma de todos os males, o oposto de tudo que é bom, santo e belo. Até mesmo o menor dos meus pecados exigiu a morte do Filho de Deus. Não existe isso de pecadinho. Todo pecado é uma traição cósmica.
2- MENTIRA: Eu vou ceder ao pecado desta vez, aí acaba. Eu só preciso tirá-lo do meu sistema.
VERDADE: Toda vez que caio em um pecado torna-se mais difícil quebrar o poder desse pecado. O pecado tem uma maneira de afundar seus ganchos farpados profundamente em meu coração. Eu não posso simplesmente pecar e depois me afastar ileso. Quanto mais eu ceder ao pecado, mais enredado eu fico. O pecado sempre deixa cicatrizes.
3- MENTIRA: Este pecado é parte de quem eu sou. Eu sempre luto contra isso e eu sempre vou pecar dessa forma.
VERDADE: O pecado não define a minha identidade! Eu sou uma nova criatura em Cristo. Cristo me libertou do poder escravizador do pecado. Eu definitivamente não tenho que obedecer às paixões pecaminosas que surgem em mim. Talvez eu tenha que lutar contra isso para sempre, mas o meu passado não define o meu futuro.
4- MENTIRA: Eu preciso cair nesse pecado para ser feliz.
VERDADE: O pecado nunca fornece a verdadeira felicidade. Ele promete doçura, mas em ultima instância oferece uma carga de destruição, insatisfação, relacionamentos arruinados e dureza de coração.
5- MENTIRA: Deus quer que eu seja feliz, por isso está tudo bem cair em pecado.
VERDADE: Deus quer mesmo que eu seja feliz. No entanto, a minha felicidade só crescerá tão alto quanto a minha santidade. O pecado, por fim, corrói e destrói a verdadeira santidade e verdadeira felicidade.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Parte II – A Bíblia é indestrutível

“Quando nos lembramos de que apenas uma porcentagem muito pequena de livros sobrevive por um quarto de século; que uma porcentagem quase irrisória sobrevive por um século e um número raro de exemplares resistam por um milênio, vemos que a Bíblia Sagrada é um livro diferente. E se considerarmos ainda o meio no qual esse livro tem sobrevivido, o fato torna-se surpreendente.
Quando pensamos no fato da Bíblia ter sido objeto especial de infindável perseguição, a maravilha da sua sobrevivência se transforma em milagre… Por dois mil anos, o ódio do homem pela Bíblia tem sido persistente, determinado, incansável e assassino. Todo esforço possível tem sido feito para corroer a fé na inspiração e autoridade da Bíblia, e inúmeras operações têm sido levadas a efeito para fazê-la desaparecer. Decretos imperiais têm sido passados ordenando que todas as cópias existentes da Bíblia fosse destruídas, e quando essa medida não conseguiu exterminar e aniquilar a Palavra de Deus, ordens foram dadas para que qualquer pessoa que fosse encontrada com uma cópia das Escrituras fosse morta. O próprio fato de ter a Bíblia sido o alvo de tão incansável perseguição nos faz ficar maravilhados diante de tal fenômeno”. Arthur W. Pink, TheDivine Inspiration of the Bible.
Para citar apenas alguns exemplos de esforços investidos na tentativa de destruir a Bíblia, ou mesmos que seja apenas de tentar tirar dela a autoridade divina, podemos nos lembrar de:
• Quando o império romano subiu ao poder, tornando os imperadores romanos grandes líderes internacionais, esses imperadores logo quando descobriram que os cristãos baseavam sua fé em um livro sagrado, se empenharam em destruí-lo, pois cria que se esse livro fosse destruído, a fonte do conhecimento religioso desses tais cristãos estaria destruída, e assim, o movimento que atrapalhava o culto às divindades seria colocado ao chão. No ano de 303 A.D, Dioclécio ordenou que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados. Ele havia matado tantos cristãos e destruído tantos exemplares da Bíblia que quando o movimento cristão cessou por um pouco, ele julgou ter conseguido destruir a fé no Cristo. Criou então uma medalha onde estava gravado “a religião cristã está destruída e o culto aos deuses restaurado”. No entanto, não demorou muito e Constantino subiu ao poder declarando o cristianismo como religião oficial entre o Império Romano.
• Durante os dois séculos em que o papado teve poder absoluto na Europa Ocidental (1073-1294), os líderes nacionais começaram a colocar o credo acima da Bíblia. Essa não foi uma tentativa de destruir a Bíblia, mas apenas de rebaixá-la a uma importância menor, subjugando-a a um poder maior. Durante esse período “a leitura da Bíblia por parte dos leigos ficou sujeita a tantas restrições, especialmente após a ascensão ao poder dos Valdenses, que, se não era absolutamente proibida, era vista com graves suspeitas”. George P. Fisher, History of the Christian Church.
• Na época da Reforma, quando a Bíblia foi traduzida para a língua popular com o intuito de popularizar o conhecimento teológico, a Igreja Católica Romana impôs severas restrições à sua leitura, alegando que as pessoas comuns eram incapazes de interpretá-la, sendo necessária uma permissão para lê-la. Mas mesmo quando essa permissão era dada, era com a condição de que o leitor não tentasse interpretá-la por si só, tornando toda pessoa dependente do ensinamento dos líderes religiosos em Roma. Muitos se tornaram mártires pelo simples fato de terem a Jesus como Pastor e não se submeterem a líderes que pregavam “um outro Evangelho” que não o que era encontrando naquele Livro Sagrado. Newman diz:
“Um esforço persistente foi feito pelos romanizantes para eliminar a Bíblia inglesa. Em 1543, um decreto foi passado proibindo terminantemente o uso da versão de Tydale, e qualquer leitura das Escrituras em assembléias, sem a permissão real”. A. H. Newman, A Manual of Church History. No princípio, as tentativas de suprimir o conhecimento bíblico pelo povo foram levadas a cabo impedindo (ou ao menos tentando impedir) a impressão de sua Bíblia, e quando ele finalmente conseguiu publicar o Novo Testamento em Worms, teve que enviá-lo às pressas para a Inglaterra em engradados de mercadorias. Quando os livros chegaram à Inglaterra, foram comprados em grandes quantidades pelas autoridades eclesiásticas e queimados em Londres, Oxford e Antuérpia. Do número total de 18.000 exemplares que se estima terem sido impressos entre 1525-1528, sabe-se que apenas 2 fragmentos restaram.
Quando o famoso francês Voltaire morreu, em 1778, predisse que no prazo de 100 anos a partir de sua época, o cristianismo estaria extinto. Ao invés disso, apenas vinte e cinco anos após sua morte, a Sociedade Bíblica Inglesa e Estrangeira foi fundada, e as mesmas impressoras que haviam imprimido a literatura infiel de Voltaire tem sido usadas desde então para imprimir a Bíblia.
Decretos imperiais, restrições papais, destruição eclesiástica, nada, simplesmente nada conseguiu exterminar a Bíblia Sagrada. O tempo passa e os esforços para destruí-la aumentam cada vez mais, hoje vemos isso através do conceito modernista de colocar a Bíblia no mesmo patamar de todos os outros livros religiosos, reduzindo-a a literatura. Porém, a cada tentativa de destruí-la o mundo é mais inundado por suas letras, hoje temos as Sagradas Escrituras traduzidas em mais de 1000 línguas por todo o mundo, e esse fator da indestrutibilidade da Bíblia pesa fortemente em favor de ser ela a incorporação de uma revelação divina”.
Fonte: br.geocities.com/vluischaves/8argumentos.html
Um dos últimos grupos que desejam destruir a bíblia são os ateus. Através de Lênin, Stálin, Hitler, Mao Tsé Tung, Pol Pot e tantos outros, o ateísmo continua a perseguir a bíblia e os cristão em vários países como a China, Vietnã, Coréia do Norte, Cuba… . Em lugares como estes os ateus perseguem e/ou matam os cristãos, assim como fazem de tudo para destruir a bíblia. A zombaria com que os ateus tratam os cristãos e a bíblia também aqui no Brasil reflete muito bem o que eles realmente desejam em seus íntimos.
Nem mesmo a igreja católica conseguiu matar tanta gente como os ateus. Em aproximadamente mil anos a igreja católica matou cerca de 100 milhões de pessoas. Quanto aos ateus, caucula-se que eles assassinaram cerca de 200 milhões de pessoas (através do comunismo e do nazismo) em apenas 70 anos. E estes números crescem cada vez mais, pois a cada dia cristãos são mortos por ateus nos países comunistas, além de serem mortos e perseguidos também em países islâmicos.
Essas foram algumas das tentativas para destruir a Bíblia. Ela já foi examinada, criticada e atacada severamente de todas as direções, mas o tempo continua a provar que cada golpe é injusto, falso e vão como disse Pedro "a Palavra do Senhor, porém, permanece eternamente" (1 Pedro 1.25).
Jesus disse "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" 
(Marcos 13.31;  1 Pedro 1.23-25).
 Fonte> Universidade da Bíblia

sábado, 14 de dezembro de 2013

Quem é o autor da Bíblia? Quem são os seus escritores?

A BÍBLIA E SEUS ESCRITORES
 
A palavra Bíblia é derivada da palavra grega Biblos, que significa: Livro ou rolo.
A Bíblia foi escrita durante um período de mais de 1500 anos, foram aproximadamente 40 os seus autores, servos inspirados pelo Espírito Santo. Apesar dos seus diversos autores é um só livro, com uma única mensagem, isenta de contradições em seu conteúdo.
 
Quem é o autor da Bíblia? Quem é seu real interprete?
 
Deus é o autor da Bíblia por excelência, e o Espírito Santo, seu real intérprete. 
Embora Deus seja o genuíno autor da Bíblia, inspirou cerca de 40 homens para escrevê-la. Esses homens tinham diferentes atividades, viviam distantes uns dos outros, tinham estilos e características distintas e eram provenientes de três continentes. O trabalho de todos levou pelo menos uns 1.500 anos – de Moisés ao apóstolo João. 
Independente dessas circunstâncias, na Bíblia há um só plano, que de fato mostra que há um só autor divino, guiando os humanos. Isto é o que garante a unidade da revelação bíblica.
 
A formação do cânon sagrado
Você conhece a origem da Bíblia? Sabe como, em quanto tempo e, em quais condições ela foi formada? Sabe o que ela representa e sempre representará para a humanidade?
A palavra “cânon”, expressão latina, deriva-se do termo grego kanõn, que significa literalmente “vara reta de medir” ou “régua de carpinteiro”. Em outras palavras, este termo denota um padrão de medida excelente e rigoroso.
Aplicado às Escrituras o Cânon significa aquilo que serve de norma, regra de fé e prática. Deste modo, o Cânon Sagrado é uma coleção de livros que foram aceitos por sua autenticidade e autoridade divinas. Isto significa que os livros que hoje formam a Bíblia satisfizeram o padrão, ou seja, foram dignos de serem aceitos e incluídos.
Os livros da Bíblia são denominados canônicos para não serem confundidos com os apócrifos, escritos não inspirados e não autorizados por Deus.
O emprego do termo “cânon” foi primeiramente aplicado aos livros da Bíblia por Orígenes (185-254 d.C).
 
É um livro espiritual, aceita-se pela fé, direcionada a um povo especifico, o Povo de Deus. São estes, todo os que foram lavados e restaurados no sangue de Jesus e o tem como Mestre.
Devemos lê-la em espírito, meditando em seus ensinamentos e ouvindo a voz do Santo Espírito, que nos dá a compreensão. É um livro especial que traz os princípios da fé do Povo de Deus.
 
A Seguir , tabela com os livros, datas prováveis em que foram escritos e autores.

Livro
Data
Autor
Livro
Data
Autor

Antigo Testamento:
Gn
1440 ac
Moisés
Ex
1400 aC
Moisés
Lv
1445 aC
Moisés
Nm
1400 aC
Moisés
Dt
1400 aC
Moisés
Js
1400—1375 aC
Josué
Jz
1050—1000 aC
Desconhecido
Rt
1050—500 aC
Desconhecido
1 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
2 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
1 Rs
560—538 aC
Jeremias
2 Rs
560—538 aC
Jeremias
1 Cr
425—400 aC
Esdras
2 Cr
425—400 aC
Esdras
Ed
538—457 Ac
Esdras
Ne
423 aC
Neemias
Et
465 aC
Desconhecido
Sec. V—II aC
Moisés ou Salomão
Sl
1000—300 aC
Davi, Asafe e outros
Pv
950—700 aC
Salomão e outros
Ec
935 aC
Salomão
Ct
970—930 aC
Salomão
Is
700—690 aC
Isaias
Jr
626—586 aC
Jeremias
Lm
587 aC
Jeremias
Ez
593—573 aC
Ezequiel
Dn
537 aC
Daniel
Os
750 aC
Oséias
Jl
835—805 aC
Joel
Am
760—750 aC
Amós
Ob
586 aC
Obadias
Jn
760 aC
Jonas
Mq
704—696 aC
Miquéias
Na
612 aC
Naum
Hc
600 aC
Habacuque
Sf
630 aC
Sofonias
Ag
520 aC
Ageu
Zc
520—475 aC
Zacarias
Ml
450 aC
Malaquias
 

Novo Testamento:
Mt
50 –75 dC
Mateus
Mc
65—70 dC
Marcos
Lc
59—75 dC
Lucas
Jo
85 dC
João
At
62 dC
Lucas
Rm
56 dC
Paulo
1Co
56 dC
Paulo
2Co
56 dC
Paulo
Gl
55—56 dC
Paulo
Ef
60—61 dC
Paulo
Fp
61 dC
Paulo
Cl
61 dC
Paulo
1Ts
50 dC
Paulo
2Ts
50 dC
Paulo
1Tm
64 dC
Paulo
2Tm
66—67 dC
Paulo
Tt
64 dC
Paulo
Fm
60—61 dC
Paulo
Hb
64—68 dC
Desconhecido
Tg
48-62 dC
Tiago (irmão de Jesus)
 1Pe     60 dCPedro2Pe65—68 dCPedro
1Jo
90 dC
1,2,3 Jo // João
Jd
65—80 dC
Judas
Ap
70—95 dC
João



 

Além destes autores humanos, a Bíblia foi essencialmente escrita por Deus. 2 Timóteo 3:16 nos diz que a Bíblia foi "inspirada" por Deus. Deus supervisionou os autores humanos da Bíblia de tal forma que, enquanto cada um usou o seu próprio estilo de escrever e personalidade, eles ainda registraram exatamente o que Deus queria que dissessem. A Bíblia não foi ditada por Deus, mas foi perfeitamente guiada e completamente inspirada por Ele.

sábado, 30 de novembro de 2013

Você já nasceu de novo? J. C. Ryle


Já nasceu de novo? Essa é uma da perguntas mais importantes da vida. Jesus Cristo disse: “aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3).

Não basta responder: “Pertenço à igreja; suponho que sou cristãos”. Milhares de cristãos nominais não demonstram nenhum dos sinais de terem passado pelo novo nascimento que as Sagradas Escrituras nos proporcionam, muitas delas registradas na Primeira epístola de João.


*Não comete habitualmente pecados.

Primeiro, João escreveu: “Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado” (1 João 3:9). “todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando” (1 João 5:18, Almeida Revisada Imprensa Bíblica)
A pessoa que é nascida de novo, ou que tenha sido regenerada, não comete habitualmente pecado. Já não peca com seu coração nem com sua vontade. Provavelmente houve uma época quando não pensava se suas ações seriam pecaminosas ou não, e nem sempre sentia pesar depois de ter feito o mal. Não existiam problemas entre ele e o pecado – eram amigos – porem, o cristão autêntico odeia o pecado, foge dele, luta contra ele, o considera sua maior praga, ressente da carga de sua presença, sente quando cai debaixo de sua influência e anela livrar-se totalmente dele. O pecado já não lhe agrada e nem mesmo lhe é algo indiferente – agora veio a ser algo que odeia. Não obstante, não pode eliminar sua presença dentre de si mesmo.

Se ele afirmasse que não tem pecado, estaria mentindo (1 João 1:8). Porem, poder dizer que odeia o pecado e que o grande anseio de sua alma é não voltar a cometer nenhum pecado. Não pode impedir maus pensamentos, nem que faltas, omissões e defeitos apareçam tanto em suas palavras como em suas ações. Ele sabe que “todos tropeçamos em muitas coisas” (Tiago 3:2)

Porem, o nascido de novo pode afirmar com certeza, na presença de Deus, que essas coisas lhe causam dor e tristeza, e que sua natureza inteira não as aceita. O que diria de você o apóstolo? Nasceu de novo?


*Crê em Cristo

Segundo João escreveu: “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus” (1 João 5:1)

O homem que é nascido de novo, ou é regenerado, crê que Jesus Cristo é o único Salvador que pode perdoar sua alma, que é a pessoa divina designada por Deus Pai justamente para esse propósito, e fora Dele não há nenhum Salvador. Considera-se indigno. Porem tem plena confiança em Cristo, e confiando nele, crê que todos seus pecados foram perdoados. Crê que, porque aceitou a obra consumada de Cristo e a morte na cruz, é considerado justo aos olhos de Deus, e pode encarar a morte e o juízo sem temor.

Pode ter temores e dúvidas. Talvez diga às vezes que se sente como que não possuindo nada de fé. Porem, pergunte-lhe se está disposto a confiar em outra coisa em lugar de Cristo, e observe a resposta. Pergunte-lhe se está disposto a basear sua esperança de vida eterna em sua própria bondade, em suas próprias obras, em suas orações, em seu pastor ou em sua igreja, e note a resposta que dará. O que diria de ti o apóstolo? Nasceste de novo?


*Pratica a justiça

Terceiro, João escreveu: “todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.” (1:João 2:29).

O homem nascido de novo, ou regenerado, é um homem santo. Procura viver de acordo com a vontade de Deus, fazer as coisas que agradam a Deus e evitar as coisas que Deus aborrece. Deseja continuamente basear seu exemplo no exemplo de Cristo, e dar mostras de ser amigo de Jesus fazendo tudo o que Ele ordena. Sabe que não é perfeito. Percebe, com aflição, sua corrupção interior. Têm consciência de um princípio maligno dentro de si mesmo que luta constantemente contra a graça e que deseja tratar de afastá-lo de Deus. Porem não consente com esse mal, ainda que não possa impedir sua presença dentro de si.

Ainda que as vezes pode se sentir tão baixo que questiona se é ou não cristão, poderá afirmar com John Newton: “ Não sou o que devo ser, não sou o que quero ser, não sou o que espero ser no mais além; porem, ainda assim, não sou o que era, e pela graça de Deus sou o que sou” O que o apóstolo diria de você? Já nasceu de novo?

*Ama aos demais cristãos

Quarto, João escreveu: “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos” (1 João 3:14)

O homem que nasceu de novo tem um amor especial por todos os autênticos discípulos de Cristo. Igualmente como seu Pai nos céus, ama a todos os homens com um grande amor geral, porem tem um amor especial pelos que compartem sua fé em Cristo. Tal como seu Senhor e Salvador, ama aos piores pecadores e pode chorar por eles – mas possui um amor particular pelos que são crentes. Nunca se sente tão em casa como quando está na companhia deles. Sente que todos são membros da mesma família. São seus companheiros de armas, lutando todos contra o mesmo inimigo. São seus companheiros de viagem, viajando pelos mesmo caminho. Compreende-lhes, e eles compreendem a ele.

Eles podem ser entre si muito distintos de muitas formas: no status, na posição e nas riquezas. Porem, isso não importa. São os filhos e filhas de seu Pai e não pode menos que amar-lhes. O que João dirá de você? Nasceu de novo?

*Vence ao mundo

Quinto, João escreveu: “todo o que é nascido de Deus vence o mundo” ( 1 João 5:4)

O homem que nasceu de novo não usa a opinião do mundo como sua norma com relação ao bom e ao mal. Não importa para ele ir contra a corrente das condutas, ideias e costumes do mundo. O que dizem ou fazem os demais já não lhe preocupa. Vence ao amor do mundo. Não encontra prazer nas coisas que parecem trazer felicidade à maioria das pessoas. A ele lhe parece néscias e indignas de um ser imortal.

Ama aos elogios de Deus mais que os elogios do homem. Teme ofender a Deus mais do que ofender aos homens. Não é importante para ele se o culpam ou se o elogiam, sua meta principal é agradar a Deus; o Que diria João? Já nasceu de novo?

*Mantêm-se puro

Sexto, João escreveu: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca” (1 João 5:18)

O homem que tem nascido de novo cuida de sua própria alma. Procura não somente evitar ao pecado, mas também tudo o que possa o levar a ele. É cuidadoso de suas companhias. Sabe que as conversas ímpias corrompem o coração e que o mal é mais contagioso que o bem, assim como uma enfermidade é mais contagiosa que a saúde.  É cuidadoso quanto ao uso de seu tempo, seu desejo principal é usar ele com proveito.

Anela viver como um soldado em território inimigo – aspira usar  continuamente sua armadura e estar preparado para a tentação. É diligente em ser um homem vigilante, humilde e de oração. O que diria de ti o apóstolo? Já nasceu novamente?

*A prova

Essas são as seis grandes características do cristão que nasceu de novo. Existe uma grande diferença na profundidade e claridade dessas características em distintas pessoas. Em algumas são frágeis e quase não se percebem. Em outras, são fortes, claras e inconfundíveis, de modo que qualquer um as notam. Algumas dessas características são mais visíveis que outras em cada um. Rara vez são todas igualmente evidentes em uma dada pessoa.


Porem, ainda assim, tendo tudo em conta, aqui encontramos gravadas seis características daquele que é nascido de Deus.

Como regiremos a essas coisas? Podemos, por lógica, chegar a uma só conclusão: somente os que são nascidos de novo possuem essas seis características, e os que não as tem não são nascidos de novo. Essa parece ser a conclusão a qual o apóstolo João queria que chegássemos.

Você possui essas características?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

II Reis – Panorama da Bíblia


O Rio Jordão
O SENHOR me enviou ao Jordão”- 2 Reis 2:6
 
Após Elias, Eliseu
 
No começo do segundo livro dos Reis é descrito o arrebatamento de Elias. Eliseu, seu servo, recolheu o manto deixado por seu mestre e recebeu dupla porção de seu espírito; ser-lhe-ia imprescindível esse duplo revestimento, pois, em circunstâncias mais difíceis ainda, ele advertiria o povo em nome do Senhor. É bem significativo que a Escritura mencione nove milagres realizados por Elias e dezoito por Eliseu.
 

A palavra de Deus se cumpriu
 
 
Esses dois profetas israelitas exerceram seu ministério principalmente na região de Samaria; era preciso que um testemunho fosse dado ao povo eleito antes do seu supremo castigo. Os reis de Israel foram, quase todos, os artífices dessa ruína, favorecendo por sua idolatria o triunfo da mentira e da imoralidade. Nos livros dos Reis, cada um deles é estigmatizado com uma frase que aparece cerca de vinte vezes, como sinistro refrão: "Ele fez o que era mau aos olhos do SENHOR".
 
  
Advertência e castigos
 
 
Por um lado, Deus enviou profetas para advertir Seu povo; por outro lado, suscitou instrumentos para o castigar. Em primeiro lugar, foram homens escolhidos no seio de Israel, para punir Jeroboão, em relação a Salomão, e Jeú, em relação à casa de Acabe; depois monarcas pagãos: Azael e Ben-Hadade, reis da Síria, Salmanasar e Senaqueribe, reis da Assíria, Faraó Neco, rei do Egito, Nabucodonosor, rei da Babilônia. Consciente ou inconscientemente, eles cumpriram a Palavra do Senhor, coisa que o texto sagrado sublinha claramente.
 
  
Reis íntegros de Judá
 
 
No reino de Judá, todavia, a "Lâmpada de Davi" continua a brilhar (confira 2 Reis 8:19) durante certo tempo; os levitas servem a Deus em Seu santuário ou voltam ao sacerdócio após períodos de apostasia. Muitos reis se aproximaram do Senhor e exercem uma influência determinante sobre Judá: Asa (1 Reis 15:11), Josafá (1 Reis 22:7), Joás (2 Reis 12:2) e sobretudo Ezequias (2 Reis 18:3) e Josias(2Reis22:2).
 
  
Leitores, sigamos as pegadas dos servos de Deus do Velho Testamento: Elias, Eliseu, Ezequias, Josias, etc. Como eles, aprendamos a ir contra a correnteza e a permanecer retos diante de Deus e íntegros diante dos homens; ante a maré ascendente da incredulidade e iniqüidade, o Senhor precisa de testemunhas da têmpera desses grandes heróis de outrora, apresentados pelos livros históricos da Bíblia.
 
  
Glossário
 
  
4:39
Colocíntidas – Espécie de pepinos.
 
14:7
Jocteel – Submetida por Deus.
 
 
14:21; 15:1
Azarias ou Uzias (15:13, 30, 32, 34; 2 Crônicas 26).
 
 
16:17
O mar – O mar de fundição colocado sobre doze bois, que Salomão tinha feito construir.
 
 
18:4
A serpente de bronze – A lembrança do livramento de Israel (Números 21:4-9) não podia de forma alguma justificar a adoração desta relíquia que os israelitas se puseram a venerar como um deus, ao qual chamaram de Neustã (pedaço de cobre).
  
 
17:17 ;21:6
Queimaram a seus filhos e a suas filhas como sacrifício – Costume idolatra dos amonitas e dos moabitas (cap. 3:27), que queimavam seus filhos, sacrificando-os em honra ao deus Moloque (23:10; Levítico 18:21; 2 Reis 16:3; 2 Crônicas 33:6; Jeremias 7:31; 19:5; 32:35; Ezequiel 16:21).
 
  
21:6
Adivinhava pelas nuvens e era agoureiro – Forma de adivinhação condenada por Deus (Levítico 19:31; Deuteronômio 18:9-14; confira 2 Reis 23:24).
 
  
23:16-18
Segundo a palavra do SENHOR – Esse ato havia sido profetizado três séculos atrás por um homem de Deus que tinha até mesmo predito o nome de Josias (Reis 13:1-3).
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

JESUS CRISTO EM CADA LIVRO DA BÍBLIA



Em Gênesis Jesus é o Cordeiro no altar de Abraão
Em Êxodo é o cordeiro da Páscoa
Em Levítico Ele é o sumo sacerdote
Em Números Ele é a nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite
Em Deuteronômio Ele é a cidade de nosso refúgio
Em Josué, Ele é o tecido vermelho na janela de Raabe
Em Juízes Ele é o nosso Juiz
Em Ruth Ele é o nosso parente redentor
Em I e II Samuel Ele é o nosso profeta confiável
Nos livros de Reis e Crônicas é o nosso soberano
Em Esdras Ele é o nosso escriba fiel
Em Neemias é o reconstrutor de tudo que está destruído
Em Ester Ele é Mordecai assentado fielmente no portão
Em Jó Ele é o nosso redentor que vive para sempre
Em Salmos Ele é o meu pastor e nada me faltará
Em Provérbios e Eclesiastes Ele é nossa sabedoria

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