domingo, 18 de maio de 2014

5 mentiras que o pecado me conta


1- MENTIRA: Este é um pecado tão pequeno, insignificante! Não é realmente grande coisa aos olhos de Deus.

VERDADE
: Todo pecado é uma terrível ofensa a Deus. O pecado é a soma de todos os males, o oposto de tudo que é bom, santo e belo. Até mesmo o menor dos meus pecados exigiu a morte do Filho de Deus. Não existe isso de pecadinho. Todo pecado é uma traição cósmica.
2- MENTIRA: Eu vou ceder ao pecado desta vez, aí acaba. Eu só preciso tirá-lo do meu sistema.
VERDADE: Toda vez que caio em um pecado torna-se mais difícil quebrar o poder desse pecado. O pecado tem uma maneira de afundar seus ganchos farpados profundamente em meu coração. Eu não posso simplesmente pecar e depois me afastar ileso. Quanto mais eu ceder ao pecado, mais enredado eu fico. O pecado sempre deixa cicatrizes.
3- MENTIRA: Este pecado é parte de quem eu sou. Eu sempre luto contra isso e eu sempre vou pecar dessa forma.
VERDADE: O pecado não define a minha identidade! Eu sou uma nova criatura em Cristo. Cristo me libertou do poder escravizador do pecado. Eu definitivamente não tenho que obedecer às paixões pecaminosas que surgem em mim. Talvez eu tenha que lutar contra isso para sempre, mas o meu passado não define o meu futuro.
4- MENTIRA: Eu preciso cair nesse pecado para ser feliz.
VERDADE: O pecado nunca fornece a verdadeira felicidade. Ele promete doçura, mas em ultima instância oferece uma carga de destruição, insatisfação, relacionamentos arruinados e dureza de coração.
5- MENTIRA: Deus quer que eu seja feliz, por isso está tudo bem cair em pecado.
VERDADE: Deus quer mesmo que eu seja feliz. No entanto, a minha felicidade só crescerá tão alto quanto a minha santidade. O pecado, por fim, corrói e destrói a verdadeira santidade e verdadeira felicidade.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Arqueologia identifica existência de 50 personagens bíblicos


Na Biblical Archaeology Review, o acadêmico Lawrence Mykytiuk, professor associado da Universidade Purdue, elaborou uma lista dos personagens históricos do Antigo Testamento que ficaram registrados em documentos arqueológicos. 

Trata-se de colunas de pedra, selos de argila, recibos, tabletes ou inscrições funerárias que ainda existem após 2.000 ou 3.000 anos, apesar de guerras, terremotos, depredações e saques. 

Mykytiuk constatou que, com os conhecimentos atuais, a partir de provas arqueológicas materiais, se pode demostrar a existência de 50 personagens bíblicos.

Não está excluido, e até parece certo, que trabalhos em andamento venham a demostrar a existência de outros.

Os 50 formam um conjunto mais do que suficiente para reforçar a certeza da veracidade e historicidade do Antigo Testamento.
Na lista encontramos pessoas de todas as categorias, incluindo reis e funcionários cujos nomes ficaram registrados em documentos oficiais. 

A lista inclui:

– 5 faraós egípcios

– 1 rei moabita

– 5 reis e líderes arameus ou sírios

– 9 governantes do reino de Israel

– 14 autoridades do reino de Judá

– 6 reis ou senhores da conquistadora Assíria
– 5 reis ou senhores de Babilônia

– 5 reis da Pérsia

O professor Mykytiuk só considera confirmados e identificados os personagens de quem se encontraram inscrições da época em que viveram.

Não inclui figuras aludidas em inscrições de séculos posteriores àqueles em que viveram

Ele discute cada caso com longas notas ao pé de página.

Para ver as notas detalhadas das provas arqueológicas de cada um (em inglês) clique: Biblical Archeology Review,março/abril 2014; 

Acab, o esposo da pérfida Jezabel

Por exemplo, Acab, rei de Israel, aparece na Bíblia como o perseguidor do profeta Elias, motivado por sua pérfida mulher, a pagã Jezabel. 

Se não fosse pela Bíblia, só teríamos duas menções desse rei em inscrições de pedra, como no Monólito de Kurkh, encontrado em 1861.

Nele, Salmanaser III descreve sua vitória contra uma aliança de 11 ou 12 reis na batalha de Qarqar em 853 a.C.
Um dos vencidos é “A-ha-ab-bu Sir-ila-a-a”, quer dizer, “Acab Senhor de Israel”, que participou com “2.000 carros e 10.000 infantes”. 

Também palácios e prédios de sua época demostram que seu reino, embora dominado pela impiedade, segundo a denúncia profética de Elias, era economicamente forte. 

A Bíblia e o recibo!

Outro caso curioso: achar um nome bíblico numa conta ou num recibo!

Há 130.000 placas reunidas no Museu Britânico e que estão sendo traduzidas e analisadas.

Entre elas, o professor Michael Jursa, da Universidade de Viena, encontrou, em julho de 2007, uma conta do ano 595 antes de Cristo – oito anos antes de os babilônios conquistarem Jerusalém –, episódio descrito com detalhe pelo profeta Jeremias. 

É uma fatura feita por Nabusarsekim, chefe de eunucos, na qual se lê:

“1,5 minas [0,75 kg] de ouro, propriedade de Nabu-sharrussu-ukin, chefe dos eunucos, enviadas através do eunuco Arad Banitu para o templo de Esangila; Arad Banitu entregou. Feito na presença de Bel-usat, filho de Alpaya, guarda-costas real; de Nadin, filho de Marduk-zer-ibni, no mês nove, dia 18, ano 10 de Nabucodonosor, rei de Babilônia”.

De fato, Jeremias (39,1) descreve a entrada dos chefes e generais de Nabucodonosor em Jerusalém.

A tradução correta dos nomes semíticos inclui o “nabu” (senhor) Sharrussu-ukin, chefe de eunucos, segundo a Bíblia (Nabusezbã na tradução da Editora Ave Maria) e a fatura do templo.

O documento em pedra confirma como Jeremias foi meticuloso e documentado na hora de nomear os generais que entraram triunfantes em Jerusalém. 

Sobna, prefigura de São Pedro e dos Papas

O professor Mykytiuk menciona também alguns personagens que não inclui na lista, mas que ele considera “quase comprovados”.

Um exemplo é Sobna, mordomo do palácio de Jerusalém. 

Na ausência do rei, o mordomo tinha poderes comparáveis aos que Jesus Cristo concedeu a São Pedro: “Eu te dou as chaves do reino” (Mt 16, 17-21), frase que deixa sem jeito os protestantes.

Isaías (22,21ss) descreve a função do mordomo do reino davídico, dizendo:

O mordomo era, pois, uma prefigura de São Pedro e dos Papas.

Mas Isaías (22,15) fala de um mordomo de nome Sobna, que agiu mal e que Deus puniu tirando-lhe as chaves. 

O professor Mykytiuk considera que Sobna existiu entre 726 e 686 antes de Cristo, e que quiçá também é o personagem mencionado em 2 Reis 18,18ss.

Em 1953 foi achada a tumba de um mordomo real cavada na pedra em Silwan (ou Siloam), perto de Jerusalém. 

Eis a lista de 50 personagens históricos do Antigo Testamento cuja existência é confirmada em inscrições autênticas da época:

5 faraós de Egito1 rei de Moab5 personalidades de Aram-Damasco
Sosac (=Shishak = Shoshenq I), anos: 945–924 a.C. 1 Reis 11:40, etc.
Só (= Osorkon IV); anos: 730–715, 2 Reis 17:4
Tiracá (=Tirhakah = Taharqa); anos: 690–664; 2 Reis 19:9, etc.
Necó II; anos: 610–595, 2 Crônicas 35:20, etc.
Ofrá (= Apries); anos: 589–570. Jeremias 44:30
Mesá (=Mesha); primeira metade do século IX a.C. 2 Reis 3:4–27Hadadezer, rei de Sobá; primeira metade do s. IX a.C. 1 Reis 11:23, etc.
Ben-hadad, filho de Hadadezer, 844/842. 2 Reis 6:24.
Jazael, rei da Síria; 844/842–c. 800 a.C. 1 Reis 19:15, etc.
Ben-hadad, filho de Jazael; inícios do s. VIII a.C. 2 Reis 13:3, etc.
Rasão, rei de Síria (=Rezin); meados do s.VIII a.C. al 732. 2 Reis 15:37, etc.
9 governantes do Reino de Israel14 autoridades do Reino de Judá6 reis e senhores de Assíria
Rei Omrí; 884–873. 1 Reis 16:16, etc.
Rei Acab (esposo da pérfida Jezabel, perseguidor do profeta Elias); 873–852. 1 Reis 16:28, etc.
Rei Jehu; 842/841–815/814. 1 Reis 19:16, etc.
Rei Joás (a quem Eliseu pedia jogar frechas para profetizar); 805–790 a.C. 2 Reis 13:9, etc.
Rei Jeroboão II; 790–750/749. 2 Reis 13:13, etc.
Rei Menaém (=Menahem); 749–738. 2 Reis 15:14, etc.
Rei Peca (=Pekah); 750(?)–732/731. 2 Reis 15:25, etc.
Rei Oséias (=Hoshea); 732/731–722. 2 Reis 15:30, etc.
Sanbalat “o joronita”, governador da Samaria sob domínio persa; meados do s.V a.C. Neemias 2:10, etc.
Rei David; c. 1010–970 a.C. 1 Samuel 16:13, etc.
Rei Ozias, ou Uzias (= Azariah), 788/787–736/735. 2 Reis 14:21, etc.
Rei Ajaz (= Jehoahaz); 742/741–726- 2 Reis 15:38, etc.
Rei Ezequias (que viu Isaías fazendo retroceder a sombra no relógio de sol); 726–697/696. 2 Reis 16:20, etc.
Rei Manassés; 697/696–642/641. 2 Reis 20:21, etc.
Jilquias (=Hilkiah), sumo sacerdote que encontrou o Livro da Lei e o deu ao Rei Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 2 Reis 22:4, etc.
Safã o secretário, escriba durante o reinado de Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 2 Reis 22:3, etc.
Azarias, sumo sacerdote no reinado de Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 1 Crônicas 5:39, etc.
Gemarias, filho de Safán, funcionário do Rei Joaquim; entre 609 e 598 a.C. Jeremias 36:10, etc.
Rei Joaquim (= Jeconiah = Coniah); 598–597. 2 Reis 24:6, etc.
Selemias, pai do funcionário Jucal; fim do s.VII. Jeremias 37:3, etc.
Jucal (=Jehucal), funcionário do rei Sedecias; entre 597 e 586. Jeremias 37:3, etc.
Pasjur, pai de Godolias, funcionário de Sedequias; fim do s.VII. Jeremias 38:1
Godolias, funcionário de Sedequias; entre 597 e 586. Jeremias 38:1
Rei Tiglate-Pileser III (= Pul), 744–727. 2 Reis 15:19, etc.
Rei Salmanaser V; 726–722. 2 Reis 17:3, etc.
Rei Sargão II; 721–705, Isaías 20:1.
Rei Senaqueribe; 704–681, 2 Reis 18:13, etc.
Adrammelech (= Ardamullissu = Arad-mullissu); filho e assassino de Senaqueribe; inícios do século VII a.C. 2 Reis 19:37, etc.
Rei Esarhaddon; 680–669; 2 Reis 19:37, etc.


5 Reis e líderes de Babilônia5 reis da Pérsia
Rei Merodach-baladan II, 721–710 e 703. 2 Reis 20:12, etc.
Rei Nabucodonosor II, 604–562, 2 Reis 24:1, etc.
Nabusazbán, chefe dos eunucos (=Nebo-sarsekim, =Sarsachim); general de Nabucodonosor, inícios do século VI. Jeremias 39:3
Rei Evil-Merodac (= Awel Marduk = Amel Marduk); 561–560. 2 Reis 25:27, etc.
“Rei” Baltasar (=Belshazzar): durante o banquete, uma mão escreveu na parede. Historicamente foi governador sob o rei Nabônidas; c. 543?–540. Daniel 5:1, etc.
Rei Ciro II (= Ciro o Grande); 559–530. 2 Crônicas 36:22, etc.
Rei Dario I (= Dario o Grande); 520–486. Esdras 4:5, etc.
Rei Xerxes I (= Assuero); 486–465. Ester 1:1, etc.
Rei Artaxerxes I Longimano; 465-425/424. Esdras 4:7, etc.
Rei Dario II Nothus; 425/424-405/404. Neemias 12:22

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Parte II – A Bíblia é indestrutível

“Quando nos lembramos de que apenas uma porcentagem muito pequena de livros sobrevive por um quarto de século; que uma porcentagem quase irrisória sobrevive por um século e um número raro de exemplares resistam por um milênio, vemos que a Bíblia Sagrada é um livro diferente. E se considerarmos ainda o meio no qual esse livro tem sobrevivido, o fato torna-se surpreendente.
Quando pensamos no fato da Bíblia ter sido objeto especial de infindável perseguição, a maravilha da sua sobrevivência se transforma em milagre… Por dois mil anos, o ódio do homem pela Bíblia tem sido persistente, determinado, incansável e assassino. Todo esforço possível tem sido feito para corroer a fé na inspiração e autoridade da Bíblia, e inúmeras operações têm sido levadas a efeito para fazê-la desaparecer. Decretos imperiais têm sido passados ordenando que todas as cópias existentes da Bíblia fosse destruídas, e quando essa medida não conseguiu exterminar e aniquilar a Palavra de Deus, ordens foram dadas para que qualquer pessoa que fosse encontrada com uma cópia das Escrituras fosse morta. O próprio fato de ter a Bíblia sido o alvo de tão incansável perseguição nos faz ficar maravilhados diante de tal fenômeno”. Arthur W. Pink, TheDivine Inspiration of the Bible.
Para citar apenas alguns exemplos de esforços investidos na tentativa de destruir a Bíblia, ou mesmos que seja apenas de tentar tirar dela a autoridade divina, podemos nos lembrar de:
• Quando o império romano subiu ao poder, tornando os imperadores romanos grandes líderes internacionais, esses imperadores logo quando descobriram que os cristãos baseavam sua fé em um livro sagrado, se empenharam em destruí-lo, pois cria que se esse livro fosse destruído, a fonte do conhecimento religioso desses tais cristãos estaria destruída, e assim, o movimento que atrapalhava o culto às divindades seria colocado ao chão. No ano de 303 A.D, Dioclécio ordenou que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados. Ele havia matado tantos cristãos e destruído tantos exemplares da Bíblia que quando o movimento cristão cessou por um pouco, ele julgou ter conseguido destruir a fé no Cristo. Criou então uma medalha onde estava gravado “a religião cristã está destruída e o culto aos deuses restaurado”. No entanto, não demorou muito e Constantino subiu ao poder declarando o cristianismo como religião oficial entre o Império Romano.
• Durante os dois séculos em que o papado teve poder absoluto na Europa Ocidental (1073-1294), os líderes nacionais começaram a colocar o credo acima da Bíblia. Essa não foi uma tentativa de destruir a Bíblia, mas apenas de rebaixá-la a uma importância menor, subjugando-a a um poder maior. Durante esse período “a leitura da Bíblia por parte dos leigos ficou sujeita a tantas restrições, especialmente após a ascensão ao poder dos Valdenses, que, se não era absolutamente proibida, era vista com graves suspeitas”. George P. Fisher, History of the Christian Church.
• Na época da Reforma, quando a Bíblia foi traduzida para a língua popular com o intuito de popularizar o conhecimento teológico, a Igreja Católica Romana impôs severas restrições à sua leitura, alegando que as pessoas comuns eram incapazes de interpretá-la, sendo necessária uma permissão para lê-la. Mas mesmo quando essa permissão era dada, era com a condição de que o leitor não tentasse interpretá-la por si só, tornando toda pessoa dependente do ensinamento dos líderes religiosos em Roma. Muitos se tornaram mártires pelo simples fato de terem a Jesus como Pastor e não se submeterem a líderes que pregavam “um outro Evangelho” que não o que era encontrando naquele Livro Sagrado. Newman diz:
“Um esforço persistente foi feito pelos romanizantes para eliminar a Bíblia inglesa. Em 1543, um decreto foi passado proibindo terminantemente o uso da versão de Tydale, e qualquer leitura das Escrituras em assembléias, sem a permissão real”. A. H. Newman, A Manual of Church History. No princípio, as tentativas de suprimir o conhecimento bíblico pelo povo foram levadas a cabo impedindo (ou ao menos tentando impedir) a impressão de sua Bíblia, e quando ele finalmente conseguiu publicar o Novo Testamento em Worms, teve que enviá-lo às pressas para a Inglaterra em engradados de mercadorias. Quando os livros chegaram à Inglaterra, foram comprados em grandes quantidades pelas autoridades eclesiásticas e queimados em Londres, Oxford e Antuérpia. Do número total de 18.000 exemplares que se estima terem sido impressos entre 1525-1528, sabe-se que apenas 2 fragmentos restaram.
Quando o famoso francês Voltaire morreu, em 1778, predisse que no prazo de 100 anos a partir de sua época, o cristianismo estaria extinto. Ao invés disso, apenas vinte e cinco anos após sua morte, a Sociedade Bíblica Inglesa e Estrangeira foi fundada, e as mesmas impressoras que haviam imprimido a literatura infiel de Voltaire tem sido usadas desde então para imprimir a Bíblia.
Decretos imperiais, restrições papais, destruição eclesiástica, nada, simplesmente nada conseguiu exterminar a Bíblia Sagrada. O tempo passa e os esforços para destruí-la aumentam cada vez mais, hoje vemos isso através do conceito modernista de colocar a Bíblia no mesmo patamar de todos os outros livros religiosos, reduzindo-a a literatura. Porém, a cada tentativa de destruí-la o mundo é mais inundado por suas letras, hoje temos as Sagradas Escrituras traduzidas em mais de 1000 línguas por todo o mundo, e esse fator da indestrutibilidade da Bíblia pesa fortemente em favor de ser ela a incorporação de uma revelação divina”.
Fonte: br.geocities.com/vluischaves/8argumentos.html
Um dos últimos grupos que desejam destruir a bíblia são os ateus. Através de Lênin, Stálin, Hitler, Mao Tsé Tung, Pol Pot e tantos outros, o ateísmo continua a perseguir a bíblia e os cristão em vários países como a China, Vietnã, Coréia do Norte, Cuba… . Em lugares como estes os ateus perseguem e/ou matam os cristãos, assim como fazem de tudo para destruir a bíblia. A zombaria com que os ateus tratam os cristãos e a bíblia também aqui no Brasil reflete muito bem o que eles realmente desejam em seus íntimos.
Nem mesmo a igreja católica conseguiu matar tanta gente como os ateus. Em aproximadamente mil anos a igreja católica matou cerca de 100 milhões de pessoas. Quanto aos ateus, caucula-se que eles assassinaram cerca de 200 milhões de pessoas (através do comunismo e do nazismo) em apenas 70 anos. E estes números crescem cada vez mais, pois a cada dia cristãos são mortos por ateus nos países comunistas, além de serem mortos e perseguidos também em países islâmicos.
Essas foram algumas das tentativas para destruir a Bíblia. Ela já foi examinada, criticada e atacada severamente de todas as direções, mas o tempo continua a provar que cada golpe é injusto, falso e vão como disse Pedro "a Palavra do Senhor, porém, permanece eternamente" (1 Pedro 1.25).
Jesus disse "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" 
(Marcos 13.31;  1 Pedro 1.23-25).
 Fonte> Universidade da Bíblia

sábado, 14 de dezembro de 2013

Quem é o autor da Bíblia? Quem são os seus escritores?

A BÍBLIA E SEUS ESCRITORES
 
A palavra Bíblia é derivada da palavra grega Biblos, que significa: Livro ou rolo.
A Bíblia foi escrita durante um período de mais de 1500 anos, foram aproximadamente 40 os seus autores, servos inspirados pelo Espírito Santo. Apesar dos seus diversos autores é um só livro, com uma única mensagem, isenta de contradições em seu conteúdo.
 
Quem é o autor da Bíblia? Quem é seu real interprete?
 
Deus é o autor da Bíblia por excelência, e o Espírito Santo, seu real intérprete. 
Embora Deus seja o genuíno autor da Bíblia, inspirou cerca de 40 homens para escrevê-la. Esses homens tinham diferentes atividades, viviam distantes uns dos outros, tinham estilos e características distintas e eram provenientes de três continentes. O trabalho de todos levou pelo menos uns 1.500 anos – de Moisés ao apóstolo João. 
Independente dessas circunstâncias, na Bíblia há um só plano, que de fato mostra que há um só autor divino, guiando os humanos. Isto é o que garante a unidade da revelação bíblica.
 
A formação do cânon sagrado
Você conhece a origem da Bíblia? Sabe como, em quanto tempo e, em quais condições ela foi formada? Sabe o que ela representa e sempre representará para a humanidade?
A palavra “cânon”, expressão latina, deriva-se do termo grego kanõn, que significa literalmente “vara reta de medir” ou “régua de carpinteiro”. Em outras palavras, este termo denota um padrão de medida excelente e rigoroso.
Aplicado às Escrituras o Cânon significa aquilo que serve de norma, regra de fé e prática. Deste modo, o Cânon Sagrado é uma coleção de livros que foram aceitos por sua autenticidade e autoridade divinas. Isto significa que os livros que hoje formam a Bíblia satisfizeram o padrão, ou seja, foram dignos de serem aceitos e incluídos.
Os livros da Bíblia são denominados canônicos para não serem confundidos com os apócrifos, escritos não inspirados e não autorizados por Deus.
O emprego do termo “cânon” foi primeiramente aplicado aos livros da Bíblia por Orígenes (185-254 d.C).
 
É um livro espiritual, aceita-se pela fé, direcionada a um povo especifico, o Povo de Deus. São estes, todo os que foram lavados e restaurados no sangue de Jesus e o tem como Mestre.
Devemos lê-la em espírito, meditando em seus ensinamentos e ouvindo a voz do Santo Espírito, que nos dá a compreensão. É um livro especial que traz os princípios da fé do Povo de Deus.
 
A Seguir , tabela com os livros, datas prováveis em que foram escritos e autores.

Livro
Data
Autor
Livro
Data
Autor

Antigo Testamento:
Gn
1440 ac
Moisés
Ex
1400 aC
Moisés
Lv
1445 aC
Moisés
Nm
1400 aC
Moisés
Dt
1400 aC
Moisés
Js
1400—1375 aC
Josué
Jz
1050—1000 aC
Desconhecido
Rt
1050—500 aC
Desconhecido
1 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
2 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
1 Rs
560—538 aC
Jeremias
2 Rs
560—538 aC
Jeremias
1 Cr
425—400 aC
Esdras
2 Cr
425—400 aC
Esdras
Ed
538—457 Ac
Esdras
Ne
423 aC
Neemias
Et
465 aC
Desconhecido
Sec. V—II aC
Moisés ou Salomão
Sl
1000—300 aC
Davi, Asafe e outros
Pv
950—700 aC
Salomão e outros
Ec
935 aC
Salomão
Ct
970—930 aC
Salomão
Is
700—690 aC
Isaias
Jr
626—586 aC
Jeremias
Lm
587 aC
Jeremias
Ez
593—573 aC
Ezequiel
Dn
537 aC
Daniel
Os
750 aC
Oséias
Jl
835—805 aC
Joel
Am
760—750 aC
Amós
Ob
586 aC
Obadias
Jn
760 aC
Jonas
Mq
704—696 aC
Miquéias
Na
612 aC
Naum
Hc
600 aC
Habacuque
Sf
630 aC
Sofonias
Ag
520 aC
Ageu
Zc
520—475 aC
Zacarias
Ml
450 aC
Malaquias
 

Novo Testamento:
Mt
50 –75 dC
Mateus
Mc
65—70 dC
Marcos
Lc
59—75 dC
Lucas
Jo
85 dC
João
At
62 dC
Lucas
Rm
56 dC
Paulo
1Co
56 dC
Paulo
2Co
56 dC
Paulo
Gl
55—56 dC
Paulo
Ef
60—61 dC
Paulo
Fp
61 dC
Paulo
Cl
61 dC
Paulo
1Ts
50 dC
Paulo
2Ts
50 dC
Paulo
1Tm
64 dC
Paulo
2Tm
66—67 dC
Paulo
Tt
64 dC
Paulo
Fm
60—61 dC
Paulo
Hb
64—68 dC
Desconhecido
Tg
48-62 dC
Tiago (irmão de Jesus)
 1Pe     60 dCPedro2Pe65—68 dCPedro
1Jo
90 dC
1,2,3 Jo // João
Jd
65—80 dC
Judas
Ap
70—95 dC
João



 

Além destes autores humanos, a Bíblia foi essencialmente escrita por Deus. 2 Timóteo 3:16 nos diz que a Bíblia foi "inspirada" por Deus. Deus supervisionou os autores humanos da Bíblia de tal forma que, enquanto cada um usou o seu próprio estilo de escrever e personalidade, eles ainda registraram exatamente o que Deus queria que dissessem. A Bíblia não foi ditada por Deus, mas foi perfeitamente guiada e completamente inspirada por Ele.

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